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Josh Alexander: o aluno que foi suspenso, preso e processado por afirmar que só há dois gêneros

Aluno de escola católica em Ontário é suspenso por afirmar que só há dois gêneros, gera polêmica e acaba sendo preso e processado.

Debate controverso sobre gênero resulta em suspensão, prisão e processo para aluno de escola católica em Ontário

No alvorecer do mês anterior, um aluno da escola católica de Ontário, no Canadá, o jovem Josh Alexander, viu-se suspenso por um período de um ano pela direção da instituição de ensino, tudo isso após ter proferido a crença de que somente existem dois gêneros.

Ainda, tentando retornar à escola, acabou detido e acusado judicialmente.

Gender Beliefs Get Ontario Catholic Student Shut Out of School for the Year
Josh Alexander, 16, is not allowed to attend school for the rest of the year after saying he…

O imbróglio iniciou-se quando Alexander expressou sua opinião em um debate em sala de aula acerca do uso de banheiros femininos por pessoas transgêneras, tendo se recusado, ademais, a utilizar pronomes neutros para se referir aos colegas que assim se identificam.

Em entrevista concedida à Fox News na última sexta-feira, dia 10, o rapaz expôs com minúcias os detalhes do caso: "As alunas queixaram-se comigo, mostrando-se apreensivas por homens estarem a utilizar os banheiros femininos", relatou Alexander ao jornalista e apresentador Tucker Carlson. "Foi então que um debate se instaurou na escola, no qual eu expressei minha opinião e utilizei as Escrituras para sustentá-la".

Em seu apelo transmitido ao vivo, o estudante clama por seu retorno aos estudos e, ainda, solicita respeito a sua crença religiosa.

Por sua vez, o advogado de Alexander, James Kitchen, manifestou-se "preocupado" com a censura imposta à liberdade de expressão no Canadá, asseverando que tal "obstáculo precisa ser superado".

De igual maneira, Kitchen argumenta que houve discriminação religiosa baseada nas crenças cristãs do jovem Alexander, principalmente no que se refere à sua declaração de que somente há dois gêneros.

Por conseguinte, apresentará uma queixa junto à Comissão de Direitos Humanos de Ontário.

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